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Advogado que matou PM no trânsito diz que passou noite tomando vodka
Ele disse que o acidente aconteceu quando ele dirigia para comprar cervejas, mas se sente arrependido pelo ocorrido.
20 OUT 2020
Top Mídia News
11h00


Ele disse que o acidente aconteceu quando ele dirigia para comprar cervejas, mas se sente arrependido pelo ocorrido.
Imagem: Reprodução/Redes Sociais
O advogado Helder da Cunha Rodrigues, 38 anos, preso ontem (19), após ser flagrado embriagado durante um acidente que provocou a morte do Policial Militar Luciano Abel de Carvalho Nunes, 25 anos, disse em depoimento que passou a madrugada ingerindo bebida em uma boate da Avenida Afonso Pena, em Campo grande.

Segundo o Boletim de Ocorrência, Helder disse que tomou quatro doses de Vodka com os amigos e depois deixou a boate, com uma garrafa de bebida no carro. Ele disse que seguia para casa, mas resolver retornar na Avenida João Arinos, para comprar cerveja.

Durante o percurso, a motocicleta do policial bateu na porta do passageiro do veículo Cobalt, de cor branca. Luciano morreu na hora. Helder disse que ficou assustado com a chegada de um amigo da vítima e afirma que foi agredido.

Ele disse que levou um chute do amigo de Luciano e que deixou o local do acidente por medo. Ele foi preso próximo da Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) Cepol. Ao retornar ao local, o advogado disse que tomou conhecimento da morte de Luciano e que o amigo da vítima disse que ele ‘iria morrer porque matou um policial’.

Helder disse que é habilitado e estaria renovando a CNH (Carteira Nacional de habilitação). Sobre a morte do policial, ele afirma que não tinha intenção de matar uma pessoa e que se arrepende profundamente do ocorrido.

Cunha passa por audiência de custódia nesta terça-feira (20), no Fórum de Campo Grande e pode ter a prisão preventiva decretada.