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quinta, 1 de outubro de 2020
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Covid-19
MS tem média de 13 mortes e 730 casos diários de covid-19
São 31.739 pessoas infectadas desde a pandemia com 395 nas últimas 24 horas devido ao final de semana
10 AGO 2020
A Onça
11h00


Apesar de 26 mil pessoas recuperadas – um percentual de 80% dos infectados, Mato Grosso do Sul continua com média móvel alta de casos confirmados da covid-19 em todo o Estado. São 31.739 pessoas infectadas desde a pandemia com 395 nas últimas 24 horas devido ao final de semana. A média móvel nesse caso chega bem próxima a 730 casos confirmadas no balanço.

Dos novos casos são Campo Grande com 254 novos exames confirmados (60%), Dourados com 40 e Anastácio com 12 novos casos. O boletim apresentado hoje (10) pela SES (Secretaria de Estado de Saúde) mostra um cenário ainda preocupante. “São 523 famílias pranteando seus entes queridos, sendo 14 óbitos nas últimas 24 horas, em tempo de dia dos pais”, lembrou a secretária adjunta Christine Maymonne.

"São todos óbitos do mês de agosto, estamos correndo para entregar os resultados o mais rápido possível", afirmou Maymonne sobre os óbitos registrados ontem que trazem seis casos de Campo Grande e um total de 115 mortes pela covid-19 só no mês de agosto. São 4.644 pessoas em isolamento domiciliar e 519 internados sendo 280 em leitos clínicos e 239 em leitos de UTI. 

"Continuamos pedindo que usem a máscara, permaneçam em casa e mantenha os hábitos de higeene", pediu mais uma vez. Outro alerta foi feito para os casos sem encerramento com 4.088 exames que precisam serem liberados pelas secretarias municipais. Mato Grosso do Sul é o terceiro estado no país em número de testagem proporcionalmente ao número de habitantes.

A ocupação de leito SUS ainda continua preocupando, mas traz dados novos já que houve uma ampliação de leitos de UTI. “Estamos computando a partir de hoje após a implantação desses novos leitos”, lembrou o secretário de saúde Geraldo Rezende. Os leitos subiram de 269 para 321 e após novos leitos em Campo Grande para 351 com 10 novos leitos no Hospital do Pênfigo e vinte no Hospital Regional na Capital.

Com isso a ocupação de leitos na macrorregião de Campo Grande baixou de 101% para 80%. “Isso foi um trabalho conjunto entre a Secretaria Municipal e a secretaria Estadual, e a redução da ocupação traz certo alívio, mas não podemos comemorar, porque não temos mais como expandir esses leitos”, lembrou Resende.